domingo, 17 de agosto de 2014

Rá! Volteeeiiii!!!!

Olá, pessoas que leem este blog (que não são muitas, mas enfim)! Eu voltei! A partir dessa semana, o blog volta a ativa definitivamente! Teremos uma crítica, um post da série as grandes franquias e um post das bilheterias da semana! Pois é, o blog retorna!

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Desculpas

Pois é, gente, tenho que pedir desculpas pela falta de atualizações aqui no blog. Prometo tentar reverter isso a partir de Julho. Continuem acessando e relendo postagens antigas enquanto isso. E aguardem o próximo mês.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Bilheterias: X-Men domina as bilheterias; Frozen se torna a quinta maior bilheteria da história

Voltando as postagens semanais sobre as bilheterias...
Na América do Norte: X-Men: Dias de um Futuro Esquecido teve a segunda maior estreia da franquia por lá: US$91 milhões. Essa é uma ótima quantia e, se o filme se segurar tão bem quanto Wolverine- Imortal, sua bilheteria final será de US$228 milhões, um número excelente para uma franquia que já está no sétimo filme. Em 2° lugar, Godzilla teve uma queda enorme (de 67%) para um total de ótimos US$148 milhões. E em 3°, Juntos e Misturados,  mais uma comédia de Adam Sandler, dessa vez ao lado de Drew Barrymore, flopou com apenas US$14 milhões em sua estreia.

No Resto do Mundo: X-Men: Dias de um Futuro Esquecido teve a melhor estreia internacional para a franquia até hoje, com US$171 milhões. Para se ter uma noção, a maior bilheteria fora da América do Norte de um filme dos mutantes ara a de Wolverine- Imortal, com US$282 milhões. Agora, X-Men: DDUFE deve passar dos US$450 milhões. Em 2°, Godzilla teve uma queda feia de 67% também, e fez mais US$34 milhões para uma quantia de US$166 mi fora dos E.U.A. Porém, isso demonstra que o filme não deverá passar muito da marca de US$300 milhões, a não ser que sua bilheteria na China e no Japão seja enorme. E em 3°, O Espetacular Homem-Aranha 2 fez mais US$11 milhões, para um total mundial de US$676 milhões.
Por último, Frozen- Uma Aventura Congelante ficou em primeiro lugar nas bilheterias japonesas pela 11° semana seguida (elevando seu total a US$193 milhões por lá), e, numa escala mundial, se tornou a maior bilheteria de um filme de 2013 (ultrapassando Homem de Ferro 3) e a quinta maior bilheteria da história, com US$1,22 bilhão.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Crítica: O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro


O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro consegue ser tão bom quanto o primeiro. Novamente, Marc Webb e sua ótima direção trazem um filme com atuações excelentes, efeitos especiais e trilha sonora idem e cenas de ação até melhores que no primeiro.
Nessa continuação, Peter Parker (Andrew Garfield) tenta manter Gwen (Emma Stone) o mais longe possível de seus problemas como super-herói, mas não consegue muito. E com o surgimento de um novo vilão conhecido como Electro (Jamie Foxx) e a volta de um velho amigo Harry Osborn (), o Homem-Aranha terá muitos problemas pelo caminho.
O melhor do filme são as excelentes atuações de Andrew e Emma. Os dois sempre foram ótimos atores e aqui estão excepcionais em seus papéis, funcionando ainda melhor quando estão juntos, devido a química e charme que tem juntos. Palmas para o roteiro que acerta em cheio nas cenas do casal, tornado-as deliciosas de assistir e fazendo com que torçamos para que lancem um filme só sobre o romance de Peter e Gwen. Mas, entre as cenas dos dois juntos há várias cenas de ação. E elas são muito divertidas e de fato empolgam, além de contarem com os melhores efeitos especiais (e um ótimo 3D) que a franquia já teve com ótimas movimentações da câmera. Além disso, a trilha sonora complementa tudo muito bem.
Já sobre os vilões, temos três em ação. Só que um deles (o Rhino) só é apresentado aqui, para ser desenvolvido só no próximo Espetacular Homem-Aranha. Assim, os outros dois tem um bom tempo para se desenvolverem e agirem. Electro domina a maior parte do tempo e ele é um bom vilão, mas mais pro final é que vemos um vilão extremamente mal entrar em ação: o Duende Verde. A interpretação de é otima, mas o vilão é responsável pela pior decisão do roteiro (que eu não vou falar aqui para não dar Spoiler mas se quiser saber é só ler a postagem abaixo).
O Espetacular Homem-Aranha 2 é um ótimo filme de super-herói. Talvez até melhor que o primeiro no geral, ele é um acerto principalmente com seu elenco e secundariamente com seus efeitos visuais. Pena que o final não seja agradável, mas enfim... o filme é ótimo.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Comentários sobre a -MEGA SPOILER- de Espetacular Homem-Aranha 2

Pra você que ainda não viu O Espetacular Homem-Aranha 2 e não quer saber de um dos fatos mais importantes do filme não leia essa postagem. O SPOILER começa em 3,2,1...

*O FIM DE GWEN
Gwen Stacy morre. E eu quase morri quando vi sua morte no cinema. A cena foi tão surpreendente, porque você não espera que nenhum personagem principal morra no filme, que acabou sendo um choque. Ainda mais que a ótima e adorável Emma Stone era quem interpretava uma ótima e adorável Gwen Stacy. Cada minuto de filme em que ela está na tela é excelente e cada cena sua com seu namorado na vida real Andrew Garfield (o Homem-Aranha), era muito gostosa de se assistir. Portanto, a morte da personagem não só é chocante como é uma enorme tristeza e mágoa.

*A CENA EM SI
Gwen morre numa queda dentro de uma torre de relógio graças ao Duende Verde. Só que, enquanto ela caí em camêra lenta, vemos Peter Parker e sua teia indo em sua direção para tentar salvá-la. Mas não há tempo. Gwen bate com a cabeça no chão e Peter a abraça e chora e lamenta e pede para ela ficar com ele, porém ela já se foi. Mas enquanto ela está em cena ainda torcemos para que ela abra os olhos e esteja viva. Só que na cena seguinte, vemos Peter e a família de Gwen no seu enterro...

*PODERIA (E DEVERIA) TER SIDO EVITADO
A morte de Gwen poderia ter sido evitada. Tudo bem que a morte da personagem é algo que realmente aconteceu nos quadrinhos e o filme foi fiel nesse ponto, mas dada que Emma Stone é uma ótima atriz e sua Gwen era, ao lado do Peter de Garfield, a melhor coisa de O Espetacular Homem-Aranha, sua vida deveria ter sido poupada

*O LADO BOM (se é que há algo de bom nisso)
O lado bom é que Marc Webb (o diretor) mostrou ter coragem para tomar uma decisão dessas e pode inciar que a quadrilogia do Espetacular Homem-Aranha já tem todos seus planos traçados. A origem do Homem-Aranha e do Lagarto no primeiro filme, o surgimento de Rhino, Electro e Duende Verde, a entrada de Felicia (Gata Negra) no segundo, e a (possível) formação do Sexteto Sinistro e a entrada de Mary Jane no terceiro pode indicar que tudo de fato acabara no quarto, e que a trama dessa série já está bem estruturada. Resta saber quem interpretará a Mary Jane aliás. Afinal, depois de Emma Stone, será difícil uma MJ que consiga competir com o fantasma de Gwen, tanto para Peter quanto para nós, o público.

*O FUTURO
Gwen Stacy ainda poderia voltar a dar as caras em filme futuros. Cenas flashback inéditas ou o fantasma dela atormentando Peter seriam as formas mais prováveis de isso acontecer. Outra hipótese é trazer o vilão Carnificina, que, em um arco nas HQs, se transforma na Gwen. E outra é inventar um enredo em que alguém dentro da Oscorp crie uma máquina do tempo e Peter a use para salvar sua falecida amada.

*CONCLUSÃO
Emma Stone, você e sua Gwen Stacy vão fazer muuuuuuuuuita falta.

sábado, 26 de abril de 2014

Crítica: Divergente


O livro "Divergente", de Veronica Rooth, é de onde esse filme, de mesmo nome, é baseado. Com um ótimo elenco e uma ótima fonte de ideias, porém, o filme poderia ter ficado melhor.
Divergente conta a história de uma Boston pós-guerra, em que as pessoas agora se dividem entre cinco facções baseando-se na sua grande qualidade: Audácia  (Coragem), Abnegação (Altruísmo), Erudição (Inteligência), Franqueza (Verdade) e Amizade (Bondade). Assim, todo ano, os jovens que tem 16 anos devem fazer um teste para ver com qual facção combinam mais e, numa cerimônia, escolherem qual eles querem passar o resto da vida. E é nessa situação que se encontra a protagonista do filme, Beatrice Prior: o porém é o que o teste dela dá Divergente, ou seja, ela é capaz de driblar as simulações testes e tem aptidão para mais de uma facção: Abnegação, Erudição e Audácia. E é essa última que ela escolhe. Agora, Beatrice tem que fazer o possível para se adaptar a ela e passa pela iniciação para, então sim, ser parte dela.
O filme tem um grande trunfo nos seus dois protagonistas: Shailene Woodley e Theo James (que interpreta Quatro) dão ótimas atuações e combinam bem com seus papeis. Porém, se analisarmos em relação ao livro, muitos dos dramas de Tris, como Beatrice decide se chamar, são abordados um tanto superficialmente. Assim, enquanto a sua escolha na cerimônia, sua paisagem do medo e a morte de uma personagem importante para ela são bem feitas, outras não o são. O suícidio de Al, por exemplo, soa um tanto exagerado, já que, ao contrário do livro, o filme não mostra a grande amizade que havia entre ele e Tris. Ou o romance com Quatro que não tem muito tempo para se desenvolver a partir do momento em que começa até o final.
Mas vale elogiar também o clímax do filme, que coloca Jeanine (Kate Winslet, numa ótima atuação ideal para o papel) no campo de ação. Enquanto no livro ela só dá as ordens, no final de filme ela realmente se envolve com a luta, levando a um clímax mais tenso (mais "clímax", mesmo), do que do livro em que as coisas se resolvem um pouco mais facilmente e não há um grande embate Heróina contra Vilã no final. Para o livro, o final funciona perfeitamente mas para o filme talvez não funcionasse tão bem quanto o final escolhido.
Enfim, Divergente tem ótimas atuações e vai ser um bom entretenimento. É uma pena que não seja tão profundo em certos dramas como o livro e um pouco mais de fidelidade certamente ajudaria, mas ainda sim é um bom filme.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Capitão América 2 em 1° novamente; Rio 2 estreia em 2°

Na América do Norte: Contrariando as expectativas que apontavam Rio 2 como provável vencedor do final de semana, Capitão América 2: O Soldado Invernal (que é um excelente filme, crítica depois da Páscoa) ficou em primeiro lugar com mais US$41 milhões. Seu total é de US$159 milhões até agora e, se continuar nesse ritmo, o filme fará cerca de US$230 milhões de bilheteria final. Já Rio 2, que ficou em 2° lugar, fez US$39 milhões, o que é igual ao primeiro filme. Isso é um pouco desapontante, dado que se esperava uma estreia cerca de US$5 milhões maior pelo menos, mas ainda assim é um bom número já que o próximo grande filme de animação só estreia em Junho, e, portanto, sem concorrência nenhuma, Rio 2 deverá fazer pelo menos a bilheteria final do filme original (US$144 milhões). E em terceiro, o pequeno terror Oculus fez US$12 milhões, uma boa quantia para um filme que custou US$5 milhões.

No Resto do Mundo: Rio 2 ficou em primeiro com US$61 milhões, elevando seu total mundial para US$166 milhões. Em 2°, Capitão América 2: O Soldado Invernal fez mais US$61 milhões para um total mundial de US$480 milhões (o primeiro Capitão teve uma bilheteria final de US$370 milhões). Em 3°, Noé fez mais US$36 milhões, total mundial de US$248 mi. E vale destacar que Frozen se tornou a 8ª maior bilheteria da história, com US$1,113 bilhão. A animação continua a ser um sucesso gigante no Japão, teve feito mais US$9 milhões em seu quinto final de semana para um total de US$90 milhões por lá. Se continuar assim, Frozen pode passar dos US$180 milhões por lá.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Crítica: Rio 2


É uma pena que o primeiro Rio, que é um filme muito bom, tenha uma sequência tão ruim e, a melhor palavra para descrevê-la, chata. Longo demais, com personagens demais e uma história sem graça com poucas boas piadas resulta num filme que você conta os minutos para os créditos começarem.
Em Rio 2 (Rio 2, 2014), Blu, Jade e seus três filhos vão a Amazônia para encontrar com um grupo de ararinhas azuis que vivem lá. Enquanto a ideia de passar a sequência num lugar diferente do original seja boa (como Madagascar, em que cada filme é em um local), a execução é muito mal feita. A começar pela quantidade de personagens: por que é necessário que aqueles dois passarinhos do carnaval e aquele Tucano vão para a Amazônia? Afinal, já teria mais personagens novos para serem apresentados lá e as histórias desses três personagens são completamente inúteis, mal servindo de alívio cômico. Além disso, qual o sentido de levar os três filhos? Eles não acrescentam NADA ao desenvolvimento do filme e nem são personagens carismáticos que você gosta de ver na tela. Assim, com uma história velha de preservação ambiental; do sogro que não gosta do genro ;e do rival, melhor em tudo do que o protagonista, tentando conquistar o coração de sua namorada, o filme podia muito bem durar só uma hora.
Com quarenta minutos a mais que isso, e com uma enorme falta de humor, aventura, emoção ou qualquer coisa que não o tédio completo, Rio 2 é um experiência que esquece que o sentido de um filme e entreter. É provável que, ao contrário, todos os maiores de 10 anos se sintam completamente chateados com esse filme. É torcer para que Rio 3 tenha algumas mudanças radicias em relação a esse segundo filme ou, melhor ainda, que nunca saia do papel.