segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Crítica: A Hora do Espanto



A Hora do Espanto (Fright Night, 2011) foi um dos melhores filmes de terror de 2011, com toda certeza. O remake do filme dos anos 80 tem uma premissa simples e clássica: Charley (Anton Yelchin), sua mãe (Toni Collette) e sua namorada (Imogen Poots) que vivem em Las Vegas, Nevada tem um vizinho vampiro (Colin Farrell) e para detê-lo buscam ajuda de Peter Vincent (David Tennant) que sabe bastante sobre monstros e tem um programa chamado Hora do Espanto. As atuações de todos os atores citados estão ótimas e o filme consegue equilibrar bem sustos com risadas. O vampiro do filme, que se chama Jerry, é um vampiro clássico que vira pó na luz do sol (sim, nada de brilhar na luz do sol; e a refêrencia a Crepúsculo gera uma ótima piada), não gosta de água benta e cuzes e precisa de sangue humano para sobreviver. A atuação de Colin Farrel dá o toque perfeito.
E quanto a boas cenas, precisa dizer alguma coisa da ótima cena da explosão da casa (nota:vampiros só podem entrar nas casas se forem convidados): "Sem casa, sem convite" diz Jerry. E a perseguição de carro pelo deserto de noite é ótima (que susto com aquela moto voando direto no vidro de trás do carrro). Ah, e o 3D (sim, eu vi esse filme em setembro nos cinemas em 3D) não tem nada de mais. 3D mesmo só as legendas, o sangue espirrando, as faíscas quando os vampiros viram pó e a cara do vampiro no final do clímax. Mas no final das contas A Hora do Espanto é um ótimo filme de terror.

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