sábado, 26 de maio de 2012

Crítica: Homens de Preto 3

  
A franquia Homens de Preto começou muito bem em 1997 com um ótimo primeiro filme protagonizado por Tommy Lee Jones e Will Smith e dirigido por Barry Sonnenfeld. Uma bilheteria total de mais de 580 milhões de dólares fez com que chegasse as telas de cinema Homens de Preto II. Com o mesmo diretor e os mesmos protagonistas, a sequência teve críticas ruins e uma bilheteria pior que a do original. Por isso e outros motivos, a continuação Homens de Preto 3 só saiu agora, dez anos depois.
A premissa do filme é bem interessante: o Agente J (Will Smith) tem que voltar no tempo até 1969  para evitar que o perigoso assassino extraterrestre Bóris, o Animal mate seu parceiro Agente K(Tommy Lee Jones no presente e Josh Brolin no passado). E o filme, felizmente, faz jus a uma boa premissa.
Os efeitos especias deste filme são os melhores de toda a franquia e são realmente excelentes. Mas ao contrário de outros filmes (Transformers 3, por exemplo), os elogios não ficam só nos efeitos especiais. A história é muito bem conduzida levando há risadas e ótimas sequencias de ação. Em termos de atuação Will e Tommy já fazem mais um bom trabalho apesar de que o segundo aparece muito pouco no filme já que ele se passa quase inteiramente em 1969. E entrando na franquia temos Josh Brolin. É incrível como ele consegue imitar os jeitos de Tommy Lee Jones como o Agente K mais novo. Há também a presença de Emma Thompson, que nunca faz mal a ninguém. Talvez o único problema digno de nota deste filme seja ele não ser tão bom quanto o primeiro e a franquia estar um pouco desgastada. Apesar disso o filme é um bom retorno dos Homens de Preto e de Will Smith (que depois de uma série de sucessos, estava fora da tela desde 2008 com Sete Vidas) e vale a pena ser assistido.
E nos próximos dias, detalhes sobre a bilheteria de Homens de Preto 3, entre outras postagens.




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