terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Feliz 2014!

Última postagem do ano que se encerra daqui a algumas horas. Muito obrigado a todos que acompanharam o blog durante esse ano e continuem acompanhando ano que vem. Em 2013 foram 107 postagens publicadas, uma média de uma postagem a cada três dias. Em janeiro e fevereiro teremos várias novidades como as maioes bilheterias desse ano, o Clube do Bilhão atualizado e várias críticas.
Então, Feliz Ano Novo e que todos tenhamos um excelente 2014!

Hobbit, Frozen dominam último final de semana do ano; Lobo tem a melhor estreia; Ronins, Bieber flopam

Boletim Semanal das Bilheterias do final de semana de 27 a 29 de Dezembro. 
Na América do Norte: No último final de semana do ano, 5 filmes estrearam (na verdade, eles estrearam no Natal, quarta-feira). Mas nenhum desses cinco filmes conseguiu tirar O Hobbit e Frozen das primeiras posições. O Hobbit: A Desolação de Smaug dominu pelo terceiro final de semana seguido com mais US$30 milhões, para um total de US$190 milhões até o momento. Em 2°, o mega hit animado Frozen- Uma Aventura Congelante teve um aumento de 47% em relação a semana passada e fez mais US$29 milhões, no seu quinto final de semana. Esse é o 3° maior valor para um filme que já se encontra a cinco semanas em cartaz, atrás apenas de Avatar e Titanic. Em terceiro: Tudo Por um Furo, a comédia sequência de O Ancôra, fez mais US$20 milhões, para um total de US$85 milhões. Apesar do filme já ser um sucesso, ele está abaixo das expectativas que apontavam uma bilheteria final de US$160 milhões. Em quarto, Trapaça fez mais US$20 milhões e elevou seu total para US$59 mi.
Em quinto, a estreia O Lobo de Walt Street, mais novo filme de Martin Scorcese, protagonizado por Leonardo DiCaprio fez US$18 milhões (US$30 milhões em seus cinco primeiros dias),o que é uma quantia muito boa. Em sexto, Walt Disney nos bastidores de Mary Poppins fez mais US$14 milhões, para um total de US$38 milhões até o momento. Em sétimo, A Vida secreta de Walter Mitty teve uma boa estreia com US$13 milhões (US$26 mi nos cinco dias). Em oitavo, Jogos Vorazes: Em Chamas fez mais US$10 milhões, para um total de US$391 milhões. O filme continua no caminho para se tornar a maior bilheteria do ano (que por enquanto é Homem de Ferro 3 com US$409 mi) e para superar a bilheteria do primeiro Jogos (US$408 mi), sendo assim a primeira sequência de um filme que arrecadou mais que US$350 milhões a fazer uma bilheteria ainda maior que o original. Em nono e décimo, as estreias 47 Ronins e Ajuste de Contas floparam feio arrecadando apenas US$9,9 e US$7,3 milhões no final de semana. E em 14° lugar, Believe, o mais novo documentário de Justin Bieber teve uma estreia horrível de apenas US$4,3 milhões nos seus primeiros CINCO dias. Só para ter uma noção, o primeiro documentário do cantor, Never say Never lançado em 2011 fez US$33 milhões em seus primeiros cinco dias, uma quantia 767% maior que Believe.

No Resto do Mundo: O Hobbit: A Desolação de Smaug fez mais US$98 milhões, elevando seu total mundial para US$620 milhões. Em segundo, Frozen - Uma Aventura Congelante teve seu melhor final de semana até agora arrecadando US$50 milhões para um total mundial de US$491 milhões, apenas US$100 milhões que o total final de Enrolados, que é atualmente a segunda maior bilheteria para um filme da Walt Disney Animation Studios. E em terceiro, A Vida Secreta de Walter Mitty fez US$27 milhões em sua estreia.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Crítica: Frozen - Uma Aventura Congelante


A Walt Disney Animation Studios produziu desde sempre filmes espetaculares. E de uns tempos pra cá, ela entrou numa, digamos, era de ouro contemporânea. Desde Enrolados até Frozen, todos os Clássicos Animados lançados pelo estúdio estão entre os melhores filmes de seus respectivos anos. Foi assim com Enrolados (2010), Winnie the Pooh (2011), Detona Ralph (2012) e agora Frozen (2013).O filme do ano da Disney é a melhor animação que Hollywood lançou neste ano e, como já disse, um dos melhores filmes em geral. Ele apresenta todos os elementos que fazem um Clássico Disney ressistir ao tempo: a emoção, o drama, o humor, a aventura e personagens adoráveis.
Inspirado no conto clássico A Rainha da Neve (que, inclusive, era o título original do filme nas primeiríssimas fases de produção), Frozen conta a história de suas irmãs: Elsa, a mais velha, que nasceu com poderes capazes de fazer gelo e neve, e Anna, a mais nova. Quando Anna era pequena sofreu um acidente por causa dos poderes de sua irmã. Desde então, Elsa não pode mais mostrar seus poderes nem revelá-los a sua irmã, que esqueceu deles após o acidente. Seus pais morrem e anos mais tarde, Elsa está prestes a ser coroada rainha de Arendelle. Mas na festa de coroação, um desentendimento com Anna a faz liberar seus poderes e congelar a cidade e, assustada e chamada de monstro pelos moradores , ela foge para as montanhas. Agora, cabe a Anna ir a trás de sua irmã e conseguir trazê-la de volta. 
Um dos pontos fortes do filme é a relação das irmãs. Ela emociona e mostra um grande conflito entre as duas, garantindo o drama. A animação é ótima, os cenários são grandiosos e muito belos, e ainda tem um ótimo 3D. Tudo é muito aventuresco e assim é impossível você não de lembrar do melhor filme animado de 2010, Enrolados, especialmente no drama final e sua solução, que é muito parecido com a daquele filme. Mas isso não é ruim não. Frozen, que é muito bem dirigido por Chris Buck e Jennifer Lee (que também é responsável pelo ótimo roteiro) se mantém original em toda a sua execução, com o amor entre irmãs (algo pouco explorado em Clássicos Disney), os personagens com personalidades bem definidas (o hilário boneco de neve Olaf é um deles) e até com uma grande surpresa em relação a um deles pela metade do filme (para quem achava que a história não teria nenhum vilão). E as músicas, afinal Frozen é um musical, são ótimas, especialmente "Do you want to build a Snowman?" e, a melhor música, numa das melhores sequências do filme, "Let it Go". Ah, e vale dizer que a dublagem nacional é boa. (E antes do filme começar, ainda há o excelente curte Hora de Viajar, com Mickey e João Bafo-de-Onça, tecnicamente perfeito e muito engraçado).
Então, não me resta mais senão recomendar que você assista a Frozen - Uma Aventura Congelante. Emocionante e divertido, é mais uma excelente adição ao cânone Disneyano. 

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Crítica: Questão de Tempo


Questão de Tempo (About Time, 2013), uma dramédia romântica (um gênero em extinção nos cinemas), é tão emocionante e belo que uma assistida a ele é mais que recomendada. O protagonista do filme é Tim Lake (Domhall Gleeson) que, aos 21 anos, descobre por seu pai (Bill Nighy) que todos os homens de sua família tem o dom de viajar no tempo. Assim, Tim começa a usar sua habilidade especial para ajudar os outros e, principalmente, encontrar o que sempre quis: um amor. E, assim que o encontra em Mary (Rachel McAdams), não vai deixar ele escapar.
Questão de Tempo é um filme tão emocionante e adorável em todos os sentidos que eu, em particular, não consigo apontar falhas nele. Bem, talvez só uma, que seria a incoerência da viagem no tempo e suas regras, mas isso é algo pequeno e que não prejudica/piora em nada a qualidade do filme. Ele é excelente. A história que ele traz tem uma mensagem tão boa, tão grande e é tão bem passada que vai ser muito difícil alguém ser humano que possua coração não se sentir tocado e não pensar sobre a principal questão do filme: como nos vivemos nosso dia a dia? Nossa rotina, cheia de pequenas coisas que devíamos valorizar mais? Nós realmente vivemos nosso dia como se fosse o último? E qualquer filme que traz questões que ficam na nossa mente depois de vermos ao filme, contando com personagens tão carismáticos e humanos, uma história de amor real, com dramas e decisões reais e tão bonita, vale a penas. As atuações de Questão de Tempo são excelentes, com destaque para o casal protagonista Domhall Gleeson e Rachel McAdams (cheios de charme e com muita química) e para o pai do personagem de Domhall, interpretado por Bill Nighy. O roteiro e a direção de Richard Curtis são muito mais que competentes, oferecendo ótimas cenas como o primeiro encontro do casal às escuras, o casamento deles e última cena de Tim e seu pai. E, por último, temos também uma ótima trilha sonora (com destaque para a música "How Long will I love You?", que toca inteira nos créditos).
Então, só me resta dizer: assista. Questão de Tempo é um filme excelente, e um dos melhores que eu assisti em 2013. Mesmo que você não goste de romances, eu tenho certeza que esse filme vai te tocar e fazer você pensar em sua vida... e só isso já faria valer a pena.

As 10 Postagens mais visualizadas de 2013

2013 já está indo embora. Nesse ano, o número de visualizações do blog aumentou significativamente. Então aí está a lista das 10 postagens mais visualizadas deste ano.

1) Crítica: Jogos Mortais II

A crítica de Jogos Mortais II (que não foi positiva) conseguiu um número impressionante de visualizações. O filme, lançado em 200, ainda foi seguido por mais 5 sequências.

2) Crítica: A Bruxa de Blair

O segundo lugar também é uma crítica de um filme de terror. O assustador A Bruxa de Blair foi lançado há mais de ... anos, mas continua um dos melhores e mais bem bolados filmes do gênero.

3) Crítica: O Corcunda de Notre Dame

O Corcunda de Notre Dame é um dos muitos clássicos Disney que eu gosto desde pequeno. Com ótimas músicas, personagens  muito carismáticos e o terrível Frolo como vilão, foi lançado em 1996.

4) Crítica: Bob Esponja - O Filme

Outra crítica de um filme animado, dessa vez o engraçadíssimo Bob Esponja - O Filme que fez jus a ótima fase de ouro da série, que está no ar até hoje, a mais de 14 anos.

5) Os Filmes de Terror deste Halloween 2013

A postagem que trazia uma lista dos filmes de terror que poderiam ser conferidos na época de Halloween foi um grande sucesso. Dos filmes mostrados lá, todos estrearão no Brasil como programado, com exceção de Uma Noite de Crime, que deve ir direto para Home Video agora.

6) Crítica: A Vila

Mais uma crítica de um terror, desta vez de A Vila, primeiro sinal de que M. Night Shyamalan estava deixando de ser "o diretor e roteirista de O Sexto Sentido e Sinais" para "um diretor e roteirista bem ruim".

7) Grandes Franquias VII: Universo Cinematográfico Marvel

Uma das duas postagens da série Grandes Franquias deste ano, esta tratava do ótima trabalho que a Marvel vem fazendo com seu Universo. Já foram 8 filme lançados (três Homens de Ferro, dois Thor, um Hulk, um Capitão América e um Os Vingadores) e mais 4 já estão em produção.

8) Crítica: Flashdance

A última crítica deste top 10 é a única a não ser de um filme de animação ou terror: ela é de Flashdance, grande sucesso de 1983 e que marcou com sua música principal, "Flashdance... What a Feeling".

9) Riddick 3 e Elysium lideram um Quieto fim de semana nas Bilheterias

O Boletim Semanal das Bilheterias do fim de semana de 6 a 8 de Setembro, destacava que a estreia de Riddick 3 e Elysium, que estava na 4ª semana, dominaram as bilheterias pelo mundo.

10) Análise: Contos de Fada: Um Gênero Difícil

Essa Análise, feita perto do lançamento de Oz- Mágico e Poderoso, mostrava que filmes live-action inspirados em Contos de Fada estão na moda. Porém, seu sucesso, tanto em qualidade quanto em bilheteria não é tão fácil assim. Dos 8 filme do gênero lançados, de Alice no País das Maravilhas em 2010 a Oz este ano, sua média de bilheteria é US$304 milhões, enquanto a de orçamento é US$122 milhões.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Smaug tem estreia menor que primeiro Hobbit, já tem US$205 milhões arrecadados

Na América do Norte: O Hobbit: A Desolação de Smaug estreou em primeiro lugar, como era óbvio que ele o faria. Sua estreia foi de US$74 milhões, o que é 13% menor do que a estreia do primeiro Hobbit no ano passado. Uma queda já era esperada, devido a recepção mais ou menos do público ano passado. Ainda assim, essa foi a 9ª maior estreia do ano e a 4ª maior para o mês de Dezembro (atrás do primeiro Hobbit, Eu sou a Lenda e Avatar). Se A Desolação de Smaug se segurar tão bem quanto O Hobbit: Uma Jornada Inesperada ele fará US$265 milhões de bilheteria final, sendo o primeiro filme da série de O Senhor dos Anéis a não ultrapassar a marca dos US$300 milhões na América do Norte. Em segundo lugar, Frozen - Uma Aventura Congelante fez mais US$23 milhões para um total de impressionantes US$165 milhões. Se Frozen continuar se segurando assim, pode ser que ele passe a marca dos US$300 milhões: seria, assim, o 3 filme original de animação a ultrapassar essa quantia (após O Rei Leão e Procurando Nemo). Em 3° lugar, a estreia O Natal de Madea, o mais novo filme da personagem Madea, decepcionou. Ele fez apenas US$16 milhões, enquanto que o mínimo esperado para ele era US$20 milhões. E em 4° lugar, Jogos Vorazes: Em Chamas aumentou seu total para US$358 milhões, após faturar US$14 milhões no final de semana.

No Resto do Mundo: O Hobbit: A Desolação de Smaug fez ótimos US$135 milhões, em sua estreia em 49 mercados. Segundo a Warner Bros. esse valor é 3% maior que a estreia de Uma Jornada Inesperada. O bilhão mundialmente parece ser difícil de alcançar. Em 2°, Frozen fez mais US$31 milhões, para um total mundial de US$270 milhões, que deve chegar a mais de US$650 milhões. E em 3°, Jogos Vorazes: Em Chamas, que foi o campeão por três semanas, sofreu com a competição de Hobbit, e fez mais US$19 milhões, para um total mundial de US$730 milhões (o que já é maior que o primeiro Jogos e é a quinta maior bilheteria do ano até o momento).

sábado, 14 de dezembro de 2013

Dois Anos Atrás...


Pois é, nem parece, mas já faz dois anos que eu comecei este blog. No finalzinho de 2011, o meu O Melhor do Cinema (que nem sempre fala só do melhor do cinema) inaugurou com esta postagem. De lá pra cá mais 23... postagens vieram e a cada dia que passa o blog tem mais e mais visualizações. Como no ano passado, essa imagem aí em cima traz os filmes que mais foram falados no blog nesse último ano. Consegue identificar todos?

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Crítica: O Hobbit: A Desolação de Smaug


O Hobbit: A Desolação de Smaug (The Hobbit: The Desolation of Smug, 2013) continua a história de Bilbo (Martin Freeman), Gandalf (Ian McKellen) e os treze anões para recuperar o tesouro de Smaug, o terrível dragão que vive sob a Montanha Solitária, iniciada em O Hobbit: Uma Jornada Inesperada. Novamente, eles enfrentarão muitos obstáculos pelo caminho e conhecerão diversos novos personagens, alguns dispostos a ajudá-los, e outros... nem tanto.
Algo que pode-se dizer desse filme é que Peter Jackson aprendeu com as reclamações geradas pelos filmes anteriores. Normalmente, os grandes fãs de O Senhor dos Aneis e seu universo não tiveram muito o que reclamar, mas o público em geral ficou insatisfeito com a duração um tanto desnecessária do filme e a falta de ritmo de alguns momentos. Em A Desolação de Smaug não temos nenhum problema similar. Tudo ocorre com muito mas fluidez e as cenas de ação são muito bem balanceadas com as de calmaria. Além disso, a duração do filme é 10 minutos menor do que a de Uma Jornada Inesperada, o que também ajuda.
O filme nos brinda com ótimas cenas de ação (como a batalha com as aranhas gigantes) e outras bem engraçadas (a descida nos barris pela corredeira). E, no final, recompensando qualquer falha que o filme tenha tido no seu durante, temos a fantática e aguardada aparição de Smaug. O dragão é gigantesco, ameaçador, tem uma voz a altura (de Benedict Cumberbach) e todo o tempo a partir que ele aparece pela primeira vez é excelente. E o final, quando o filme acaba, é impossível não ficar ansioso para o que acontecerá a seguir e contar nos dedos os dias para O Hobbit: Lá e De Volta Outra Vez.
Quanto aos outros aspectos do filme: as atuações são ótimas (Ian McKellen, Martin Freeman...) e a adição de novos e carismáticos personagens (alguns que não aparecem no livro "O Hobbit"), como Legolas (Orlando Bloom), Tauriel (Evangeline Lilly) e Bard (Luke Evans) só melhora a história. A trilha sonora de Howard Shore é ótima e a direção de Peter Jackson também (ele realmente sabe como nos transportar para esse mundo dos livros de J. R. R. Tolkien). Ah, e o 3D vale sim a pena.
O Hobbit: A Desolação de Smaug realmente é superior ao seu antecessor. Ele não repete as falhas de Uma Jornada Inesperada, traz cenas de ação e efeitos especiais fantásticos, personagens carismáticos e ainda tem um clímax perfeito com a tão esperada aparição de Smaug.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Frozen e Em Chamas continuam dominando; Tudo por Justiça bomba

Disney Frozen Poster UK
Boletim Semanal das Bilheterias de 6 a 8 de Novembro.
Na América do Norte: Frozen - Uma Aventura Congelante teve uma queda pequena este final de semana pós-Ação de Graças. Normalmente, filme de animação tendem a ter quedas mais fortes do que os 53% de Frozen, que fez mais US$32 milhões esse final de semana para um total de US$134 milhões. Assim, o vencedor da semana passada, Jogos Vorazes: Em Chamas, inverteu posições com o filme animado da Disney e ficou em segundo lugar, com mais US$26 milhões. Já tendo arrecadado US$336 milhões, ele ainda deve ultrapassar a bilheteria final do primeiro Jogos Vorazes (US$408 mi), a não ser que a estreia de O Hobbit 2 nesta sexta o prejudique muito. E em 3° lugar, Tudo por Justiça, filme de vingança estrelado por Christian Bale flopou feio. Ele fez míseros US$5 milhões e terá sorte se fizer mais que US$17 milhões de bilheteria final.

No Resto do Mundo: Em Chamas ficou em primeiro pelo terceiro e último final de semana seguido (já que, novamente, O Hobbit 2 estreia agora dia 13). O filme fez mais US$44 milhões, para um total mundial de US$673 mi, quase ultrapassando o total final do primeiro Jogos (US$691 milhões). No 2° lugar ficou Frozen, que teve ótimas estreias em alguns novos países, além de ter se segurado incrivelmente bem nos que já havia estreado semana passada, e fez mais US$31 milhões. Seu total mundial está em US$190 mi, e pode até ser que, no final , ele ultrapasse a bilheteria de Enrolados (US$592 mi) para se tornar a 2ª maior bilheteria para um Clássico Disney.  E em 3° lugar, Gravidade fez mais US$11 milhões para um total mundial de excelentes US$631 milhões.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Crítica: Mary Poppins




Mary Poppins (idem, 1964) é um daqueles clássicos que resiste ao tempo. Ele continua extremamente divertido de assistir e é um daqueles filme que agrada pessoas de, literalmente, todas as idades.
Para quem não sabe a história do filme é a seguinte: depois que mais uma babá se demite, o Sr. e a Sra. Banks precisam rapidamente encontrar uma nova babá para seus filhos. Eis que a babá que tem justamente tudo que seus filhos queriam bate a sua porta. Seu nome é Mary Poppins (Julie Andrews) e, com sua mágica, ela ensinará preciosas lições não só para as crianças mas como para o Sr. Banks (David Tomlinson) também.
Julie Andrews está espetacular como a personagem título, praticamente perfeita em todos os aspectos como a própria Mary Poppins (que, aliás, é provavelmente a babá mais adorável e competente da ficção). As crianças Karen Dotrice e Matthew Carber (eles tinham e anos na época) também estão muito bem: é difícil que atores mirins consigam atuar mesmo, já que em muitos casos parece que eles estão só repetindo o texto. Dick van Dyke e David Tomlinson também são destaques.
E as músicas, então? Afinal, um musical tem que ter ótimas músicas e Mary Poppins com certeza as tem. Todas são divertidissimas, daqueles que se tem vontade de cantar junto com os personagens (aliás, Julie Andrews canta muito bem) e ficam na sua cabeça mesmo depois que o filme acaba (dúvido que alguns versos de "Supercalifragilisticexpialidocious" e "A spoonful of Sugar" não fiquem em sua mémoria). Além disso tudo, os efeitos especiais são ótimos, ainda mais se considerarmos que o filme é de 50 anos atrás.
Enfim, esse filme é um daqueles em que todos os elogios são merecidos. Extremamente adorável, um dos melhores musicais já feitos e... nem sei mais o que dizer, então, supercalifragilisticexpialidocious.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Crítica: Carrie, a Estranha


E que agradável surpresa foi este Carrie, a Estranha (Carrie, 2013). Eu esperava esse filme faz tempo, principalmente porque eu amo o livro e  torcia para que saísse coisa boa. Mas quanto eu vi que algumas críticas eram bem ruins, fiquei receoso. Felizmente, o filme é muio bom.
Clique aqui para ler uma sinopse de Carrie, que eu fiz numa postagem de Abril desse ano, onde também é possível ver o trailer.
Um dos maiores avanços desse filme em relação ao Carrie original de 1979, é as cenas da vingança de Carrie. Aqui elas são mais trabalhadas (devido a um bom orçamento de US$30 milhões), apesar de não durarem tanto quanto no livro. Ainda assim, nessa versão vemos uma Carrie que se diverte enquanto instaura o caos na formatura e mata as pessoas que a humilharam e fizeram de sua vida inteira um sofrimento. E nos, como espectadores, queremos ver isso: essas pessoas crueis morrendo (cada uma de uma forma diferente - queimadas, eletrocutadas, esmagadas, pisoteadas) por tudo de malvado que fizeram. Quanto as atuações, Chloe Moretz está muito bem. Ela não tem uma cara de tão coitadinha quanto a Sissy Spaceck no filme original, mas, ao contrário, sua Carrie parece ter uma força maior e tem total controle sobre os seus poderes e o que está fazendo. E Julianne Moore está excelente como Margareth White. Louca e exagerada (mas na medida certa para a personagem), até nos divertimos vendo ela em cena. Quanto ao elenco secundário, todos estão bem em seus papéis, especialmente Portia Doubleday como a nojenta Chris Hargensen, Alsen Elgort como Tommy Ross (o ator, em seu primeiro filme, encarna de fato o Tommy do livro - um personagem extremamente bom e adorável, e todas suas cenas com Carrie pré-sangue são de colocar um sorriso no rosto) e Judy Greer como a bondosa Sra. Desjardin, professora de ginástica (e que, diferentemente do livro, fica viva no final -  o que me agradou bastante).
A cena que abre o filme é algo totalmente novo, mostrando o parto de Carrie, com Margareth sozinha em casa. Isso intensifica o laço entre elas e nos faz crer realmente que Margareth ama Carrie (outra cena que faz isso é quando Margareth deita na cama de Carrie). E uma outra novidade que intensifica e deixa a cruel pegadinha na formatura ainda mais triste é o uso da tecnologia - no caso, as filmagens do incidente inicial do vestiário (muito bem feito, aliás, e sem nenhuma nudez) são exibidas em telões. Assim, Kimberly Peirce mostra o porque é uma ótima diretora.
Carrie, a Estranha é um filme ótimo. Eu sei que muitos o consideram de terror mas eu, particularmente, penso que é um drama colegial que estuda os personagens, nenhum unidimensional. E, por mais que essa minha opinião seja impopular, achei que este Carrie é melhor do que o dirigido por Brian DePalma. Assista, tire suas próprias conclusões mas, mesmo que você não ache esse filme melhor, tenho certeza que irá gostar dele.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Em Chamas e Frozen batem recordes nas bilheterias!

Na América do Norte: No feriado de Ação de Graças (que foi de quarta a domingo), Jogos Vorazes: Em Chamas e Frozen- Uma Aventura Congelante levaram multidões de pessoas aos cinemas. Nos 5 dias, Em Chamas (filme aliás, que eu conferi pela segunda fez hoje -e é excelente) fez mais de US$110 milhões (e US$74 milhões no final de semana de três dias). Assim, o filme agora é o detentor do título de melhor feriado de Ação de Graças da história, bem na frente do antigo campeão Harry Potter e a Pedra Filosofal (que fez US$82 milhões em 2001). Além disso, a queda no segundo final de semana do filme foi de apenas 53%, mais leve do que a do primeiro Jogos e assim o filme se tornou o dono do 4° maior segundo fim-de-semana por lá, atrás apenas de Os Vingadores, Avatar e O Cavaleiro das Trevas. O total do filme já está em US$296 milhões e agora as chances são muitas de que o filme fará mais do que o total de Jogos Vorazes (US$408 milhões) e que será a maior bilheteria do ano (na frente dos US$409 milhões de Homem de Ferro 3).
Em segundo lugar, a estreia Frozen - Uma Aventura Congelante, o 53° Clássico Disney, fez US$93 milhões no feriado de cinco dias e US$67 milhões nos três dias do final de semana. Portanto, o filme é a maior estreia de um feriado de Ação de Graças (na frente dos US$80 milhões de Toy Story 3) e é a maior estreia para um Clássico Disney (não ajustado pela inflação, obviamente). Com uma ótima recepção de crítica e público, Frozen deve se segurar bem e uma bilheteria final maior que US$220 milhões é certeza. Vale notar também que esse é o terceiro Clássico Disney em CGI seguido a fazer sucesso, depois de Enrolados (bilheteria final de US$201 mi) e Detona Ralph (bilheteria final de US$189 mi). Em terceiro, Thor: O Mundo Sombrio fez US$11 milhões no final de semana de três dias e elevou seu total para mais de US$186 milhões, ultrapassando a bilheteria final do primeiro Thor. Para os outros 4 lançamentos nacionais, as notícias foram péssimas. Homefront, A Menina que Roubava Livros, Natal Negro e Philomena fizeram, juntos, apenas US$27 milhões nos seus primeiros cinco dias. Além disso, o remake de Oldboy estreou apenas em 583 cinemas e arrecadou míseros US$1,2 milhões, o que é muito, muito ruim.

No Resto do Mundo: Jogos Vorazes: Em Chamas continua quente! O filme fez mais US$92 milhões para um total fora da América do Norte de US$276 milhões. Falta pouco para ele exceder a bilheteria final do primeiro Jogos Vorazes, que foi de US$283 milhões. Mundialmente, sua bilheteria já está em US$573 milhões e deve passar os US$850 milhões antes de sair de cartaz, sendo que o filme só ganha concorrência a partir do dia 13 (O Hobbit). Em segundo lugar, Gravidade fez mais US$25 milhões para um total mundial de US$616 milhões, o que já é maior do que a bilheteria feita por As Aventuras de Pi (outra fantástico uso do 3D). Em 3°, Frozen - Uma Aventura Congelante fez US$16 milhões em sua estreia em alguns poucos países. E em 4°, Thor: O Mundo Sombrio fez mais US$11 milhões para um total mundial de US$591 milhões.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Crítica: Pecados Íntimos

Little Children

Pecados Íntimos (Little Children, 2006) é um filme baseado num livro de mesmo nome e que traz a história de Sarah Pierce (Kate Winslet), uma mulher de 30 anos, casada e com filha, mas infeliz no seu casamento e Brad Adamson (Patrick Wilson), pai de um garoto, desempregado e também infeliz no casamento. Os dois começam a se conhecer e já engatam uma ardente paixão. Mas, será mesmo que eles conseguiram levar esse romance adiante?
Kate Winslet está excelente como Sarah. A atriz, que não erra nunca em suas atuações, transforma sua personagem em alguém de fácil apreciação mas que ao mesmo tempo é real a ponto de ser rude com a sua filha porque ela já está cansada e quer um tempo para si mesma. Idem, Patrick Wilson com seu Brad. E um destque especial fica com Jackie Haley e sua interpretação como o pedófilo Ronnie McGorvey. Há duas cenas dele em especial que demosntram quem é o personagem. Se na cena da piscina, quando ele vai na piscina pública, cheia de crianças e imediatamente os pais e filhos saem todos correndo de lá e chamam a polícia, ficamos com dúvida se, de fato, ele não é apenas uma boa pessoa que cometeu um erro. A resposta vem marcante na cena de seu encontro com onde se vai grande parte da simpatia que poderíamos ter pelo personagem.
A medida que a história vai seguindo vamos cada vez mais entendendo os personagens. É fácil torcer para que Sarah e Brad fiquem juntos, já que ambos não são felizes em seus casamentos. São pessoas que tentam ser felizes mas ao mesmo tempo esquecem que às vezes é necessário sair de sua zona de conforto para tal. Se o final pode não ser o que gostaríamos de ver é provável que seja o mais coerente. Afinal, ambos se conformam e desistem de quebrar a realidade em que vivem. É mais fácil seguir por esse caminho, mesmo sabendo que a felicidade plena necessita uma coragem maior para transpor eventuais barreiras.
Pecados Intímos é um filme que certamente faz pensar. Ele te conta uma história simples, fácil de entender, mas com personagens tão complexos e realistas que é impossível não pensarmos na nossa própria realidade quando o filme acaba. E é por isso que ele é um filme excelente.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Em Chamas faz mais de US$300 milhões em sua estreia mundial!


Boletim Semanal das Bilheterias de 22 a 24 de Novembro.
Na América do Norte: Jogos Vorazes: Em Chamas, provavelmente o filme mais aguardado do ano, honrou todas as expectativas em torno de sua gigantesca estreia. Conseguindo fazer uma bilheteria ainda maior que a estreia de seu antecessor (que foi de US$152 milhões em Março do ano passado), Em Chamas conseguiu arrecadar US$158 milhões! Essa é a sexta maior estreia da história na América do Norte, atrás apenas de Os Vingadores (US$207 milhões), Homem de Ferro 3 (US$174 milhões), Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2 (US$169 milhões), Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge (US$161 milhões) e Batman - O Cavaleiro das Trevas (US$158 milhões). É também a 3ª maior estreia de um filme não lançado em 3D (depois dos dois Batman) e a maior para um filme lançado em Novembro. Por enquanto, é muito difícil precisar a bilheteria final de Em Chamas, justamente por ser a primeira sequência a Jogos Vorazes. Se o filme se segurar que nem a primeira sequência de Crepúsculo, Lua Nova,ele fará US$327 milhões; se for que nem a primeira sequência de Harry Potter, A Câmara Secreta, ele fará US$470 milhões; e se for que nem o primeiro Jogos, ele fará US$424 milhões. De qualquer jeito, teremos que esperar para ver com qual dos modelos ele se parecerá mais (entretanto, é provável que seja algo entre Jogos Vorazes e Lua Nova). Clique aqui para ler a crítica desse excelente filme que é Em Chamas. Num distante segundo lugar, Thor: O Mundo Sombrio fez mais US$14 milhões, para um total de US$168 milhões. A forte concorrência afetou muito Thor, que teve uma queda de 60%, mas ele ainda deve ter uma bilheteria final maior que US$200 milhões. Em terceiro, O Natal do Melhor Homem não se segurou bem, mesmo não tendo nenhuma concorrência direta, e fez mais US$12 milhões. E em quarto, a outra estreia da semana ,a comédia Delivery Man, estrelada por Vince Vaughn, fez apenas US$8 milhões. O filme não custou caro, mas mesmo assim essa quantia é muito ruim. Vale notar que essa é o quarto filme seguido de Vince, ator que teve vários sucessos entre 2004 e 2009, a flopar nas bilheterias depois de O Dilema, Vizinhos Imediatos de 3° Grau e Os Estagiários.

No Resto do Mundo: Jogos Vorazes fez uma boa quantia fora da América do Norte ano passado: US$283 milhões. Essa número, porém, não foi nada espetacular e bem abaixo do total norte americano (US$408 milhões). Já Em Chamas fez, apenas em sua estreia internacional, US$147 milhões (contando com a estreia antecipada no Brasil semana passada). Isso já é mais da metade do que o primeiro filme fez e, portanto, a bilheteria final de Em Chamas deverá ser de mais de US$450 milhões, ainda mais com a falta de uma grande competição até a estreia de O Hobbit: A Desolação de Smaug em 13 de Dezembro. Em segundo lugar, Gravidade fez US$35 milhões em sua estreia chinesa, elevando, assim, seu total mundial para US$577 milhões. E em terceiro, Thor: O Mundo Sombrio fez mais US$25 milhões. Seu total mundial que já está em US$549 milhões, deve aumentar mais US$100 milhões antes do filme sair de cartaz.