sábado, 16 de março de 2013

Crítica: Duro de Matar - Um Bom Dia para Morrer


Duro de Matar - Um Bom Dia para Morrer traz de volta as telonas o policial John McClane, passados 6 anos do último filme. Desta vez, John esta em viagem na Rússia para se encontrar com seu filho, mas acaba se achando no meio de uma trama terrorista.
Não há outra maneira de definir o filme a não ser essa: chato. Duro de Matar 5 joga fora tudo de bom que tinha a franquia e prefere optar por um péssimo roteiro (de Skip Woods) e uma direção medíocre (de John Moore). Fica a pergunta de por que a Fox escolheu essas pessoas para continuarem a franquia, tendo em vista os trabalhos recentes dessas pessoas que foram, respectivamente, o roteiro de X-Men Origens: Wolverine e a direção de Max Payne. Parece também que o filme decidiu copiar as piores e mais confusas cenas de ação de outros filmes. Além de que, tirando a cena final do helicóptero, quase nada consegue empolgar neste filme (e esta cena citada só empolga por causa de seus efeitos especiais). Bruce Willis retorna ao seu papel mas mesmo seu carisma de sempre fica longe de salvar o filme. Os coadjuvantes cumprem seu papel e só, porém com o material que lhes foi dado nem havia muito o que fazer.
Depois desse péssimo filme, muitos fãs da franquia querem que ela acabe aqui para evitar que venha um Duro de Matar 6 tão ruim como esse. Mas eu acho que um sexto filme bom deve ser feito para que possamos esquecer este péssimo Um Bom Dia para Morrer. Enquanto isso, fica o conselho: não assista a esse filme (eu, por exemplo, assisti no cinema e, ainda que seja muito bom ir no cinema com os amigos, preferia ter visto qualquer outro filme em cartaz ) ou, se você é tão fã da franquia assim assista - mas só depois que ele chegar na locadora e não for considerado mais lançamento. Assim você acaba economizando um dinheiro que não vale a pena ser gasto.

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