sábado, 15 de junho de 2013

Crítica: Além da Escuridão: Star Trek


Além da Escuridão: Star Trek (Star Trek Ino Darkness, 2013) é um filme completo. Ele alcança seus dois principais objetivos: ser um excelente filme de ficção científica e honrar o legado do espetacular filme anterior, o Star Trek de 2009.
Dessa vez, o capitão Kirk (Chris Pine) e a tripulação da nave Enterprise terão que deter um poderoso inimigo (Benedict Cumberbach) que aparentemente quer destruir a raça humana. As cenas de ação de Além da Escuridão são espetaculares. Com os ótimos efeitos especiais (direito até a uma enorme nave despencando em Londres), elas estão bem melhores que as do primeiro filme e conseguem tirar o fôlego de quem assiste. Aliás, assistir ao filme no cinema torna tudo ainda melhor,com o áudio melhor e mais alto e o 3D que é o melhor que vi esse ano até agora (e portanto, valendo a pena pagar um pouco a mais o ingresso). O roteiro é muito bem escrito sabendo equilibrar cenas mais dramáticas com alívios cômicos sem exagero e tornando Spock (Zachary Quinto)  e Kirk (Pine) ainda mais amigos. A dupla aliás, garante as melhores atuações do filme, mas todo o elenco está muito bem. É muito bom ver, aliás, que Scotty (Simon Pegg) ganhou mais espaço nesse filme. É torcer para que, no futuro, os outros personagens também tenham mais desenvolvimento na tela. O vilão do filme consegue ser memorável e faz uns grandes estragos que é o que um bom deve fazer.
J. J. Abrams (o diretor) consegue mais uma vez entregar um blockbuster campeão. Tão bom quanto o filme anterior (e em alguns aspectos melhor), Além da Escuridão: Star Trek é um filme que conseguirá agradar até quem não é fã de Jornada nas Estrelas e com certeza deixa altas expectativas para um próximo filme.

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