sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Crítica: Thor: O Mundo Sombrio


Há vários motivos para se gostar tanto dos filmes que a Marvel Studios fez  nos últimos anos. Eles são engraçados, com excelentes cenas de ação, confrontos épicos e com espaço até para um romancezinho. Tudo isso está novamente presente em Thor: O Mundo Sombrio (Thor: The Dark World, 2013), que consegue até elevar a qualidade apresentada pelo primeiro Thor.
Em Mundo Sombrio, Thor (Chris Hemsworth) vem mantendo a ordem dos Nove Reinos e em Asgard após a batalha de Nova York ao lado dos Vingadores. Porém, uma antiga ameaça ressurge: Malekith (Christopher Eccleston), o líder dos Elfos Negros, quer uma das poderosas Joias do Infinito, o Éter, para conseguir transformar a luz em trevas. Agora, cabe a Thor, ao lado de sua amada Jane Foster (Natalie Portman) e de seu irmão Loki (Tom Hiddleston), impedir o terrível vilão.
Thor: O Mundo Sombrio joga toda essa ameaça interplanetária com muito bom humor. É extremamente divertido e o roteiro sabe como fazer boas piadas mas sem quebrar o ritmo do filme de maneira drástica. Alia-se a isso as cenas de ação espetaculares, e os incriveis efeitos especiais. Afinal, nessa aspecto eles são ainda mais grandiosos do que no primeiro Thor porque agora o filme se passa quase todo no espaço, enquanto que antes ele se passava na Terra. Todos os visuais são gigantes e belíssimos e a direção de Alan Taylor consegue juntar tudo de uma ótima maneira e expande significativamente o universo de Thor: agora conhecemos mais coisas sobre os Nove Reinos e Asgard, que podem ser exploradas em um novo filme.
Quanto as atuações, Hemsworth e Hiddleston estão excelentes em sua relação de irmãos. Os dois estão muito mais acostumados com seus personagens do que no Thor anterior e atraem fácil a simpatia do público. Natalie Portman e Kat Dennings (a assistente da personagem de Portman também estão ótimas, sendo que essa última protagoniza diversos dos momentos cômicos dos filmes. E ainda cabem elogios para Anthony Hopkins, Rene Russo, Stellan Skarsgard, Jonathan Howard e Christopher Eccleston que dá um ótimo vilão, apesar de suas motivações serem clichês.
E, por último, o 3D é muito bom e as cenas pós créditos valem a pena: a primeira é bem interessante e dá indicíos do que vem por aí no Universo Marvel e a segunda é engraçada.
Thor: O Mundo Sombrio continua o fantástico trabalho que a Marvel vem fazendo nos cinemas e consegue ser melhor do que o primeiro Thor em todos os aspectos. Só resta aguardar os próximos filme da Fase 2 do Universo Cinematográfico Marvel (Capitão América 2 e Guardiões da Galáxia) e torcer para que um Thor 3 seja feito.

Nenhum comentário:

Postar um comentário