segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Crítica: Mary Poppins




Mary Poppins (idem, 1964) é um daqueles clássicos que resiste ao tempo. Ele continua extremamente divertido de assistir e é um daqueles filme que agrada pessoas de, literalmente, todas as idades.
Para quem não sabe a história do filme é a seguinte: depois que mais uma babá se demite, o Sr. e a Sra. Banks precisam rapidamente encontrar uma nova babá para seus filhos. Eis que a babá que tem justamente tudo que seus filhos queriam bate a sua porta. Seu nome é Mary Poppins (Julie Andrews) e, com sua mágica, ela ensinará preciosas lições não só para as crianças mas como para o Sr. Banks (David Tomlinson) também.
Julie Andrews está espetacular como a personagem título, praticamente perfeita em todos os aspectos como a própria Mary Poppins (que, aliás, é provavelmente a babá mais adorável e competente da ficção). As crianças Karen Dotrice e Matthew Carber (eles tinham e anos na época) também estão muito bem: é difícil que atores mirins consigam atuar mesmo, já que em muitos casos parece que eles estão só repetindo o texto. Dick van Dyke e David Tomlinson também são destaques.
E as músicas, então? Afinal, um musical tem que ter ótimas músicas e Mary Poppins com certeza as tem. Todas são divertidissimas, daqueles que se tem vontade de cantar junto com os personagens (aliás, Julie Andrews canta muito bem) e ficam na sua cabeça mesmo depois que o filme acaba (dúvido que alguns versos de "Supercalifragilisticexpialidocious" e "A spoonful of Sugar" não fiquem em sua mémoria). Além disso tudo, os efeitos especiais são ótimos, ainda mais se considerarmos que o filme é de 50 anos atrás.
Enfim, esse filme é um daqueles em que todos os elogios são merecidos. Extremamente adorável, um dos melhores musicais já feitos e... nem sei mais o que dizer, então, supercalifragilisticexpialidocious.

Nenhum comentário:

Postar um comentário