sábado, 1 de março de 2014

Crítica: Sem Escalas


Sem Escalas (Non-Stop, 2014) cumpre tudo aquilo que promete. Vendo o trailer, você espera um thriller empolgante e divertido de assistir, que te prende, protagonizado por Liam Neeson com Julianne Moore interpretando uma coadjuvante. E é isso que você ganha assistindo a esse filme.
Na trama, Neeson interpreta um Agente Aéreo chamado Bill Marks, responsável por embarcar disfarçado e garantir a segurança do voo. Entretanto, numa viagem para Londres, Bill recebe mensagens de alguém ameaçando matar um passageiro do avião a cada vinte minutos se US$150 milhões não forem depositados numa certa conta. Agora, a 30 mil pés de altura, cabe ao agente impedir que mortes aconteçam e descobrir quem é o responsável pelas ameaças.
A sinopse do filme é verdadeiramente ótima: afinal, se trata de um mistério num espaço confinado em que o culpado é alguma daquelas pessoas que aparecem na tela. E é difícil você desviar a atenção do filme, que acaba sendo bastante imersivo. Qualquer personagem pode ser o culpado e até a revelação você fica tentando adivinhar quem é. Ponto para a direção de Jaume Collet-Serra
Não é nem preciso falar sobre a atuação de Liam Neeson. Assim como em Busca Implacável 1 e 2 e Desconhecido, ele é o ator certo para esses filmes de ação dando uma enorme profundidade a personagens que, interpretados por outros atores poderiam soar superficiais. Em Sem Escalas isso também acontece, e ainda temos a sempre ótima Julianne Moore num papel coadjuvante.
Por mais que haja momentos inacreditáveis no filme, Sem Escalas é um ótimo entretenimento. Sem megas pretensões, ele consegue o que vários outros filme de grandes pretensões não: divertir e prender o espectador.

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